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Passos Importantes Na Nossa Vida, por Raquel Miranda (Sacaninha)

By 00:08 , , ,

     Olá pessoal, espero que estejam todos muito bem e felizes!

     Antes de mais, queria agradecer a todos os que nos apoiam, um muito obrigada.
     Esta semana venho falar-vos de um tema um pouco mais sério, que para muitos é um pouco difícil, é um passo na vida bastante importante.
     A saída da casa dos pais e começar a morar sozinhos.
     Eu posso dizer-vos que para mim foi mesmo muito difícil (sei que quem me conhece vai ficar surpreendido por esta "confissão").
Comecemos pelo início... 
     Por um lado, antes de entrar na faculdade, eu imaginava que a minha vida iria ser uma loucura, só borga que viriam por aí os melhores e mais únicos momentos que eu alguma vez teria. (E quem me conhece sabe que o que eu gosto é vida louca ehehe).
     Por outro lado, a relação com os meus pais era cheia de picardias e, na minha estupidez, pensava que já não os tinha que ouvir mais e que ia estar como eu queria, a fazer o que eu queria, sem dar satisfações a ninguém. (Senhor do cristo, que trenguisse pensar assim ehehe)
     Quando saíram as colocações nem conseguia descrever os sentimentos diversos que tinha, e no meio de tantos o que me chamou mais a atenção foi o MEDO, sim o MEDO, o sentimento que eu menos esperaria sentir num momentos daqueles, num momento onde eu podia pôr em prática tudo aquilo com que tinha vindo a sonhar, e foi o MEDO que tomou conta de mim. (Eu a pensar que era uma machona e este sacaninha do medo veio apoderar-se de mim, opá às vezes acontece-me cada uma que até parecem duas).
     Claro que fiquei super contente, mas tinha sempre aquela sensação esquisita, e eu sabia porquê, ia estar muito longe de casa, não conhecia nada, nem ninguém, e já sentia saudades da minha família e ainda nem me tinha mudado.
     Não foi preciso passar muito tempo para que sentisse saudades enormes da minha família, e perceber que eles estão a fazer de tudo para eu ter o melhor, esforçam-se dia após dia para eu estar aqui, para ter uma vida melhor, a verdade é que eu falo com eles todos os dias, mas todos os dias, e é algo que me faz bem, é bom falar com eles.
     A nossa relação melhorou imenso, e como estamos pouco tempo juntos, nem há tempo para discutir, aproveitamos ao máximo.
     E sabem, quando vou a casa, pouso as malas e sinto aquele cheiro tão bom, tão a casa, aquele cheiro que sempre esteve ali mas eu nem dava importância e agora sentir aquilo, é tudo!
     Pois bem, claro que no meio disto tudo aqueles sonhos que eu tinha estão todos em prática, realmente vão ser dos melhores anos da minha vida, mas claro, temos que conciliar tudo isto com muita responsabilidade. (Vá eu sei que é muito nhã nhã esta coisa da responsabilidade mas tem que ser, tem que ser senão temos de arranjar outro figado, o que é uma chatisse arranjar um figado, isso nao se arranja assim às 3 pancadas ehehe)
     Em conclusão temos de dar valor a tudo o que temos, pois aquilo que nos parece banal um dia quando não tivermos vai fazer uma falta enorme.
     Por isso sejam felizes, aproveitem a vida ao máximo. Sexta volto para vos mostrar o meu top 10 de séries favoritas. Até sexta-feira
     P.s: na quarta vamos publicar uma TAG.
Sacaninha


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4 comentários

  1. Olá!
    Gostei bastante do post e identifico-me bastante com o que escreveste. Também entrei este ano para a faculdade e, tal como tu, também tinha todas essas expectativas. A diferença é que não tive medo quando soube onde fiquei colocada. Comecei a sentir saudades a meio do semestre. E também comecei a dar valor a coisas que não dava antes. Também comecei a sentir que quando vinha a casa a sexta, era o ponto alto da minha semana. Apesar de adorar a vida universitária, por vezes sentia-me só. Não sei onde estudas, mas eu fiquei colocada em Lisboa. E em Lisboa é cada um por si. Embora estivesse um pouco habituada a essa realidade, apanhei um choque. E eu, que me auto-definia como aquela pessoa que viveria bem sozinha, descobri que não é bem assim.

    Adorei, e segui o blog. Passa pelo meu.

    Beijinhos*

    Mariana, http://mixordialiteraria.blogspot.pt/

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  2. Obrigada pelo comentário... estudo em Coimbra, onde a vida académica é vivida com imensa intensidade ehehe... Beijinho e muito boa sorte nesta nova estapa :)

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  3. Olá, Ana Tereza! Primeiro obrigada pela visitinha em meu blog. Agora, comentando sobre este seu post venho dizer que passei por esta difícil fase de separação, sair de casa para ir atrás dos sonhos. Quando deixei meus pais para estudar fora enfrentei dias difíceis, falta imensa deles e do meu irmão. Mas eu não podia evitar. É uma solidão "fraterna", um vazio que só os pais podem preencher. Mas o que me confortava era uma coisa: Um dia eu voltaria, quando terminasse a faculdade. E enfim voltei. Anos depois me vi diante da mesma dificuldade: Deixar os pais para casar. Foi o momento mais feliz (casar) e mais difícil (deixar os pais) da minha vida. Confronto de dois sentimentos contrários ao mesmo tempo. Só que neste momento bem mais intenso, pois estava saindo de casa para nunca mais voltar a morar com eles de novo. Como é difícil! Pois o laço que une os pais aos filhos nunca se pode desatar. E mesmo depois de três anos casada e muito feliz, ainda sinto falta do meu tempo de criança, quando eu sabia que aonde quer q eu fosse eu sempre voltaria aos braços dos meus pais. Por isso reafirmo sua conclusão: É extremamente importante darmos valor a tudo, e acima de tudo aos pais, à família.
    Bjsss!
    Obs: tornei-me mebro do blog. Segue o meu também ;*
    karendecore.blogspot.com

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  4. Olá Vivanna, quem escreveu este post foi a Raquel, mas agradecemos muito por vires visitar o nosso blog e deixares a tua opinião muito obrigada, beijinhos, passaremos pelo teu blog também...

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